Nada me deixa mais contente que receber estas mensagens.

O espectador Mário R. viu esta reportagem e pôs os pés ao caminho. Acaba de poupar 13.500 euros no seguro de vida. Acho que alguns espectadores ganham mais a ver o Contas-poupança que a jogar no Euromilhões... :).


http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2016-01-27-Como-poupar-ao-mudar-o-seguro-de-vida

"Caro Pedro, deixe que o trate desta forma mais informal porque graças ao seu trabalho, acabei por ganhar aproximadamente 13,500.00 € com o meu seguro de vida.
Após ter visto a sua reportagem sobre os seguros de vida resolvi consultar várias companhias na procura da melhor solução e através da empresa que apresentou na reportagem, chegaram-me os melhores três resultados, não foi fácil pois sou um segurado de risco devido há minha condição física e consequentemente de saúde, com muitas pré existências, depois de muitos envios de declarações médicas e outros exames , eis que me chega a boa noticia de que consigo não só um seguro mais barato como com mais garantias, na prática poupo 500,00 € ano X 27 anos = 13.500,00€
MUITO OBRIGADO !"
Ao longo das próximas semanas vou recuperar aqui as mais de 100 reportagens do Contas-poupança dos últimos 5 anos. Quero que este blogue seja a referência das Poupanças em Portugal. Uma espécie de Enciclopédia audiovisual.

Esta foi a segunda reportagem a ser emitida em 16/6/2011.  Explica que o primeiro passo para alguém por as finanças pessoais em ordem é fazer um orçamento mensal. Veja como nesta reportagem. É simples e tem casos muito concretos.

VER VÍDEO CONTAS-POUPANÇA Nº2 - Orçamento mensal

Já chegou mais uma resposta do Banco de Portugal. Vários espectadores contactaram o Contas-poupança a denunciar que alguns bancos estão a dificultar a conversão da conta "paga" para a Conta de Serviços Mínimos Bancários (paga no máximo 5 euros pro ano pela conta e pelo cartão multibanco).

1) Vários clientes bancários perguntam se é normal assim que pedem uma conta de serviços mínimos bancários ficam logo com o cartão multibanco deles e dizem que agora têm de aguardar pelo menos 10 dias para terem o cartão MB base. Uma espectadora está à espera do cartão base há mais de 1 mês e cada vez que precisa levantar dinheiro tem de ir ao balcão. Os clientes não deveriam manter o cartão actual até receberem o novo? 

Resposta: Nos termos previstos no artigo 4.º-C, n.º 2 do Regime dos Serviços Mínimos Bancários, as instituições de crédito estão obrigadas a respeitar "os mesmos padrões de qualidade e eficiência que são exigidos para a prestação dos serviços bancários em causa a pessoas singulares que não se encontrem abrangidas por este sistema".
Assim sendo, comprovando-se a alegada diferença de tratamento entre clientes de serviços mínimos bancários e outros clientes no que toca à disponibilização de cartões de débito, poderá estar a ocorrer uma conduta que põe em causa este comando legal. Nestas situações, sugere-se que os clientes bancários em causa apresentem reclamação relativamente à conduta das respetivas instituições.


2) Se dão logo um cartão multibanco quando abrem uma conta, quando convertem ou criam uma conta de serviços mínimos não deveria acontecer o mesmo? 

Resposta: No contexto da conversão de conta de depósito à ordem já existente em conta de serviços mínimos bancários, as instituições de crédito poderão ter de recolher os cartões de débito existentes para procederem à respetiva substituição.
Há que ter presente que a conta de serviços mínimos bancários não admite ultrapassagens de crédito, o que é incompatível com os limites de pista eventualmente existentes nos cartões de débito associados às contas que vão ser convertidas e que permitem, por exemplo, ultrapassagens de crédito pela realização, por exemplo, de operações off-line.

Cumprimentos,
BANCO DE PORTUGAL

Em resumo: De facto, os Bancos têm de recolher o MB atual para substituir pelo novo MB "base". Se acharem que estão a dificultar as coisas, peçam o Livro de Reclamações IMEDIATAMENTE. Por uma espécie de magia, quando pedimos o Livro de Reclamações o tempo normalmente começa a "acelerar"... É a única maneira do Banco de Portugal se aperceber do que se passa nos bancos e agir, se for o caso.
A resposta é... SIM!

Como vos disse perguntei ao Ministério das Finanças se contava ou não.
FOI NESTE POST AQUI.
A resposta chegou ontem à noite, por mail.


Recordo que muitos contribuintes fizeram exatamente a mesma pergunta à AT e a resposta que receberam foi NÃO. Portanto, verifico que das duas uma, ou a lei (ainda) não é clara dentro da própria Autoridade Tributária ou alguns funcionários que respondem aos mails não têm a informação atualizada. De qualquer maneira parece-me grave, porque com essa informação muitos contribuintes iriam (ou vão) perder essas deduções com base numa informação errada prestada pela própria AT.

Partilhem o mais que puderem o link deste post para ver se chega a tempo ao maior número de contribuintes para quem esta informação possa ser importante.

Mail recebido de fonte oficial das Finanças (podem imprimir ou guardar) a 1/3/2016:

"Para considerar determinada despesa como elegível para efeitos de despesa de saúde dedutível à coleta do IRS do contribuinte é necessário observar os requisitos legais de o prestador de serviços ou transmitente de bens estar enquadrado, de acordo com o CAE, no sector de actividade relevante e a prestação de serviços ou aquisição de bens estar isenta de IVA ou ser tributada à taxa reduzida, ou ainda, sendo tributada à taxa normal de IVA desde que a mesma esteja devidamente justificada com receita médica. Caso se verifiquem materialmente estes pressupostos, não obstante o prestador de serviços ou transmitente dos bens não ter regularizado formalmente o registo da sua actividade junto da AT, mas efectivamente prestou o serviço ou transmitiu bens no âmbito de uma actividade de um sector CAE elegível, o contribuinte pode considerar essa despesa reclamando ou, em alternativa, declarando na modelo 3 de IRS. Assim, no caso referido, se a fatura emitida se referir especificamente à prestação de serviços prescrita por receita médica, a mesma pode ser considerada no âmbito da reclamação ou da declaração modelo 3 do IRS.

Exemplificando:

·         Um contribuinte tem uma receita médica a prescrever sessões de hidroterapia, as quais foram realizadas na piscina de um ginásio que não está registado na AT com atividade de saúde. Se a fatura emitida identificar que o serviço se refere àquele tipo de sessões e o contribuinte estiver na posse da receita que as prescreve, o valor da fatura pode ser reclamado ou declarado no Anexo H da Modelo 3 para efeitos da respetiva consideração como despesa de saúde.

Ministério das Finanças"

Este IRS está a causar-me algumas dores de cabeça... Esta é menos uma.
Acho que para o ano vai ser mais fácil, depois destas experiências todas.

Acabei de fazer este Print Screen do Portal das Finanças.
Duas coisas:
1) Está desatualizado porque diz que as empresas e instituições têm até ao fim do mês para enviar para a AT aquilo que gastámos com elas em 2015, mas o mês já acabou... Já estamos em março.

2) O prazo para a nova página que aguardamos onde vão estar todos os valores para o IRS em falta no e-Fatura era ATÉ 15 de março, mas a mensagem que está lá hoje é "15 de março". Ou seja, dá a entender que será só mesmo nesse dia e não antes. Já contactei o Ministério das Finanças no sentido de ter uma certeza para não andarmos aqui todos os dias a ver "se já está..." e estou a aguardar resposta.


Quero transformar o blogue do "Contas-poupança" na maior Enciclopédia audiovisual sobre poupança em Portugal. Nestes quase 5 anos, já fizemos mais de 100 reportagens sobre como gerir e usar melhor o nosso dinheiro. Uns assuntos interessam a muita gente, outros a minorias. Mas há sempre alguém a quem um tema pode ser útil: se não for hoje, quem sabe amanhã seja o assunto que o preocupa ou que suscita a sua curiosidade.



VER VÍDEO CONTAS-POUPANÇA Nº1 - GPL

Por isso, decidi colocar aqui todas as reportagens do "Contas-poupança" desde o princípio, com algumas notas explicativas e de contextualização.

Este foi o primeiro. Foi emitido a  9/6/2011. Lembrei-me dele agora que julgavamos que o combustível ia baixar... já percebemos que mesmo que seja oferecido "de graça" nos mercados internacionais, isso não nos vai valer de nada. Os valores são de 2011, mas parece que foi ontem.

"Começou hoje na SIC uma nova rubrica do Jornal da Noite. Chama-se “Contas-Poupança” e tem por objectivo ajudar a fazer pequenas ou grandes poupanças no dia-a-dia. Com a crise, há pequenos gestos que podem fazer a diferença. Mas para gerir melhor o orçamento em casa é preciso fazer contas e conhecer alternativas. Hoje, no “Contas Poupança”, o enfoque foi saber se compensa e quanto custa trocar a gasolina pelo GPL."