Obrigado por todos os vossos comentários e partilhas.
Ficou provado que os contribuintes (todos nós) estamos mais atentos ao que se passa e que sabemos agir. Foi graças aos alertas que deram aqui no blogue do Contas-poupança e na página do Facebook que nos chegou muito rapidamente à SIC que alguma coisa está a correr mal este ano nos reembolsos do IRS. Fizemos reportagem quer no Primeiro Jornal, quer no Jornal da Noite e na SIC Notícias com base nos vossos alertas.

Novamente, precisamos da vossa ajuda. Como notaram na resposta do Ministério das Finanças à SIC, foi dito que este problema SÓ afetou as pessoas que entregaram o IRS no primeiro dia. Supostamente quem entregou no dia 2 de abril (vamos dar uma tolerância até 3 de abril), não foi afetado. E que só afetou quem quis comparar se devia entregar em conjunto ou separado.

De todos os que referiram este problema alguém entregou depois de 3 de abril?

Ou seja, alguém fez uma simulação depois de 3 de abril e agora está a receber menos 300, 400 ou 500 euros? Este dado é muito importante para avaliar se há mais bugs.

E as deduções com juros de empréstimos à habitação e de rendas de casa estão a bater certo com a vossa nota de liquidação? Os valores estão corretos com o que estava na página das deduções?

Em todo o caso, o que percebi é que quem entregou no primeiro dia (1 de abril) pode entregar uma nova declaração em conjunto ou separado sem pagar multa, mas pelos relatos de alguns espectadores têm de ir a uma repartição e pedir por escrito para anular a primeira declaração e isso vai interromper o processo de reembolso com os inconvenientes todos que isso traz.

Partilhem por favor aqui as respostas que tiverem das finanças sobre a forma de resolver este problema e os bugs que encontraram até ao momento, se possível com print screens para na SIC podermos confrontar a AT com essas situações.

Obrigado.

Façam "Gosto" no Facebook do Contas-poupança
Subscrevam o canal no YouTube AQUI.
Também estamos no Instagram.
E no Twitter.
Olá.  Como combinado partilho convosco a resposta das Finanças.
Há de facto um bug no simulador que foi corrigido. Quem entregou nos primeiros dias de abril pode agora corrigir sem oagar multas.
Leiam com muita atenção.
" Foi identificada uma falha no simulador que está disponível no portal e que tem que ver com a tributação conjunta. A referida falha foi corrigida logo no primeiro dia de entrega das declarações.  Ainda assim, todos os contribuintes afetados por esta situação e que tenham, com base na simulação efetuada, optado pela tributação separada ou conjunta, consoante o que se mostrou ser mais favorável, poderão entregar uma nova declaração sem qualquer coima associada para que não sejam prejudicados de forma alguma.
Este ano, o processo de entrega e liquidação de IRS tem especial complexidade uma vez que foi implementado um conjunto de novas soluções decorrentes da reforma do IRS. Tal como nos anos anteriores, verificam-se por vezes falhas informáticas que têm sido corrigidas ao longo do tempo da campanha, tendo os contribuintes vindo a ser alertados para isso pela AT, no Portal das Finanças."

Muitos espectadores estão a contactar-me chocados porque vão receber um valor de reembolso do IRS centenas de euros inferior ao que estavam a contar e que constava na simulação do Portal das Finanças.



Por exemplo, na simulação, Carla B. estava a contar com um reembolso de 2.900 € e agora as Finanças dizem-lhe que só vai receber 2.500 €. Menos 400 €.

Um amigo meu vai receber menos 500 € que o que dizia a simulação dada como "certa".

Obviamente cada caso é um caso, mas como primeira resposta, uma funcionária das Finanças explicou a uma espectadora que se tratou de um "bug" no programa na primeira fase que, ao fazer as simulações, não contemplou uma ou várias alíneas do artigo 78 do Código do IRS, referente às deduções.

Ou seja, os valores que agora os contribuintes estão a receber estarão corretos, mas as contas das simulações estavam erradas.

Não consegui ainda confirmar esta informação. Como jornalista, já pedi uma explicação ao Ministério das Finanças e aguardo a resposta.

Mas, a ser verdade esta informação dada por uma funcionária das Finanças,  isto levanta-me uma questão muito importante: É que muitos de nós tomaram decisões importantes como entregar junto ou separado com base nas simulações do Portal das Finanças.

Caso alguém tenha mais dados a acrescentar a esta informação partilhe por favor.
Temos de tirar isto a limpo.

Façam "Gosto" no Facebook do Contas-poupança
Subscrevam o canal no YouTube AQUI.
Também estamos no Instagram.
E no Twitter.
Olá!
Hoje (4/5/2016) o Contas-poupança não vai ser emitido, Fica para a semana. Depois digo o tema :).

Para "compensar" recordo uma das reportagens do princípio da rubrica que continua a fazer todo o sentido hoje.

Uma das "queixas" mais frequentes é a fatura da eletricidades. Pagamos balúrdios.
Há pequenos gestos que podem fazer baixar um pouco essa despesa embora grande parte do bolo seja para taxas, impostos e afins. Chega a ser desesperante às vezes perceber que já cortámos em tudo o que podíamos e a fatura fica na mesma...

O Contas-poupança de 15/12/2011 era sobre dicas simples que podem ajudar a pagar menos de eletricidade e/ou gás.

Algumas das dicas permanecem bem atuais e em alguns casos a poupança ainda é maior hoje do que em 2011 se as seguir.

Veja ou reveja.



http://sicnoticias.sapo.pt/economia/2011-12-15-Como-baixar-a-conta-da-luz


Façam "Gosto" no Facebook do Contas-poupança
Subscrevam o canal no YouTube AQUI.
Também estamos no Instagram.
E no Twitter.


Como sabem, estou a recuperar as reportagens do princípio do "Contas-poupança" em 2011.
Ana Bravo, especialista em finanças pessoais, ensina as pessoas em ações de formação a aprender a poupar. Acompanhei uma dessas ações de formação e fui 1 mês depois avaliar junto de 2 formandos se tinham posto em prática alguns dos conselhos que ouviram naquela noite.

Vejam se algum destes conselhos pode ser útil no vosso caso...


Veja AQUI o Contas-poupança Nº11, emitido a 8/12/2011.

"Durante décadas, poupar foi um hábito dos portugueses. Mas os tempos mudaram. Agora, com a crise, reaprendem-se lições do passado. Algumas juntas de freguesia, por todo o país, estão a fazer sessões de esclarecimento para ajudar a população a fazer contas ao dinheiro. O "Contas-Poupança" assistiu a uma dessas sessões e um mês depois foi ver os resultados."




Olá, repliquei na crónica do Expresso esta semana um post que já tinha publicado aqui no Blogue.

É o caso prático de um colega meu que poupou 900 euros por não ter aceite fazer um seguro de vida associado a um empréstimo para comprar um carro. Esta opção é sempre pessoal... Não há nada contra fazer estes seguros. Mas serve como exemplo de que podemos sempre pedir ao banco alternativas. Não temos de aceitar à primeira tudo o que nos oferecem.

Não se esqueçam que o negócio deles é dar-nos mais dinheiro do que nós precisamos, para lhes ficarmos a pagar mais em juros, taxas, aberturas de dossiers, seguros, etc. Façam bem as contas porque quando vamos lá pedir 10 mil, sem darmos por isso, saímos de lá a dever-lhes 12 mil e ainda agradecemos.

Caso não tenham lido o post no princípio de abril, fica aqui o link para a Crónica que escrevi no Expresso esta semana.


Pode ler AQUI:
http://expresso.sapo.pt/economia/2016-05-01-Por-dizer-nao-ao-banco-poupou-900-euros