Mais uma vez obrigado por verem o "Contas-poupança".

A reportagem sobre os erros no IRS foi a reportagem mais vista na televisão portuguesa de todos os "telejornais" na passada quarta-feira. Ultrapassou os 28% de share, ou seja, quase 1 em cada 3 portugueses que estavam a ver televisão viram a reportagem com o caso de uma contribuinte que aparentemente recebeu menos 700 euros de reembolso do que devia (ainda está à espera da resposta das finanças sobre o que deve fazer para receber o que falta) e a resposta das Finanças aos "encalhados" na primeira semana de abril . Veja se o seu caso é semelhante.

Foram quase 1 milhão e 400 mil espectadores. Obrigado.

Para a semana é sobre como pagar menos comissões nos bancos. Há novidades!

Para rever a reportagem desta quarta-feira é só clicar AQUI.





Todos nós já ouvimos falar da Lista Negra do Banco de Portugal.
Já tive curiosidade em saber como é que se podia ver essa lista. Liguei para o Banco de Portugal e descobri a resposta.

Já me foi útil consultar o meu nome (está na lista "branca") para saber como estão os meus créditos e quanto ainda devo ao banco.

É sobretudo útil para quem é fiador.

Saibam como podem consultá-la JÁ, neste momento, se quiserem...

É a crónica que escrevi no Expresso e que podem ler AQUI.

http://expresso.sapo.pt/economia/2016-05-08-Esta-na-lista-negra--Saiba-aqui

Se quiserem ver a reportagem em VÍDEO do Contas-poupança a 8/10/2014 sobre o tema está AQUI.




... Um milhão de visitas. O outro milhão ainda está a larga distância :).

O blogue do Contas-poupança atingiu ontem 1 milhão de visitantes. Para um blogue que tem menos de 3 meses é muito bom. Começou a 14 de Fevereiro e espero que continuem a mandar as vossas sugestões e críticas sobre poupanças grandes e pequenas no nosso dia-a-dia e vamos continuar juntos atentos a erros, direitos e deveres dos consumidores.



Espero que continuem consosco no Jornal da Noite na SICno Facebook do Contas-poupançano YouTube AQUIno Instagram e no Twitter. Ena tanta coisa...

Relembro que qualquer assunto é pesquisável por palavras-chave no campo "Search" ou pelas categorias que irão ficando cada vez mais completas à medida que estou a colocar todas as reportagens sobre as mais diversas poupanças nos últimos 5 anos que tem a rubrica.


Obrigado.

Em primeiro lugar, deixem-me dizer-vos que as respostas do Ministério das Finanças foram as que estava à espera. Para a AT está tudo bem e não têm conhecimento de problemas.

Em relação às declarações "encalhadas" no princípio de abril, só posso acrescentar à reportagem o que fui recolhendo e juntando nestes últimos dias junto de pessoas que estão ligadas às Finanças/ou conhecem alguém de lá. 
O que "imagino" (dizem-me os passarinhos) que tenha acontecido é que que quando deram pelo bug logo no dia 1 de abril devem ter sido dadas instruções para "parar as máquinas" até que o bug estivesse resolvido. E agora, com mais calma, essas declarações seguirão o seu curso normal. A AT não me confirma esta situação e a resposta que me deram oficialmente é a que está na reportagem. Não tenho provas do que estou a dizer, a menos que alguém leia este post e saiba mais do que eu e me apresente provas disto ou do seu contrário. As informações que tenho é que essas declarações deverão começar a ser processadas durante ou logo depois deste fim-de-semana. Esta indicação vale o que vale...
Portanto vão ter de esperar pelo menos mais uns dias. Vamos ver se se confirma.

Em todo o caso, o que está na lei é mesmo o que me responderam. O prazo de reembolso é até 31 de julho. Até lá nenhuma declaração está atrasada (formalmente), por muito que vos/nos custe. 

Quanto às notas de liquidação, há de facto valores que não estão a aparecer. Há várias teorias. Uma delas é que quem escolheu "Não" quando a AT perguntava se queria alterar os valores pré-preenchidos tem valores que não passaram  para a nota de liquidação sendo prejudicados no reembolso (muito, pouco ou nada, conforme os rendimentos). Alguém consegue deslindar esta teoria? Reclamem se estiverem nesta situação!

Podem ver ou rever AQUI a reportagem desta semana do Contas-poupança.




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O editor de imagem Rui Félix está já a trabalhar no Contas-poupança de amanhã (quarta-feira, dia 11 de maio). 
Temos o caso de uma contribuinte que recebeu menos 700 euros do que devia. As Finanças confirmaram-lhe que devia ter recebido cerca de 1.100 euros de reembolso. Por algum motivo as rendas não passaram da página das deduções para a nota de liquidação. Falámos também com a Ordem dos Contabilistas Certificados sobre como devem os contribuintes reagir nestes casos.

O Ministério das Finanças dá algumas explicações que revelarei no próximo Contas-poupança.
Talvez haja também alguma novidade em relação às declarações "encalhadas" na primeira semana de abril (que parecem estar congeladas no tempo) mas não está fácil conseguir uma resposta clara.
Para já só tenho informações não confirmadas oficialmente.

Até amanhã. No jornal da Noite na SIC, por volta das 21h00.
Não percam! E partilhem.

Obrigado por descreverem as vossas situações no Facebook e no blogue do Contas-poupança. 
Provavelmente não seria possível dar por estes bugs se não fossem vocês.


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A resposta da AT aos bugs descrimina alguns contribuintes. É o seu caso?
Partilho convosco a crónica que escrevi ontem no Expresso Diário.

Os “bugs” do IRS

Pelo que os contabilistas com quem tenho falado me contam, sempre houve “bugs” no simulador e no Portal das Finanças. Aliás, fiquei surpreendido pelo lema que há na Ordem dos Contabilistas Certificados que é qualquer coisa como: “No dia 1 nunca se entrega o IRS”. Já sabem o que a casa gasta…

Todos os anos há alterações (maiores ou menores) em relação ao IRS e isso leva a que os programas informáticos nem sempre respondam imediatamente a todas as situações de todos os contribuintes.

Mas confesso-vos que como leigo em matéria de contabilidade sempre vi o Portal das Finanças e o simulador do IRS como aquele que “nunca podia falhar”. Disse a várias pessoas no mês antes da entrega da primeira fase que havia vários simuladores feitos por particulares e empresas, mas que deviam esperar pelo simulador das Finanças para terem a certeza de que faziam tudo bem. Pelos vistos enganei-me, pelo menos em parte.

Chegam-me relatos de várias falhas graves no simulador. As finanças garantem que o erro do simulador que dava valores errados foi logo resolvido às 15 horas do dia 1 de abril. Certo. E que quem foi prejudicado por ter tomado decisões com base nos valores errados pode agora entregar na segunda fase sem pagar multa. Mas só quem entregou a declaração até às 15h do dia 1 de abril. Então e os outros? Pergunto eu. E quem fez a simulação no dia 1 até às 15 horas e entregou às 16h? Ou no dia seguinte? Ou na semana seguinte?

O problema do bug foi levantado por espectadores do “Contas-poupança” (Jornal da Noite, SIC, quartas-feiras) que acharam estranho estarem a receber muitas centenas de euros a menos do que dizia a simulação. Isto na primeira semana de maio quando começaram a receber as notas de liquidação.

As Finanças só vieram dar esta resposta porque o bug se tornou conhecido. A AT vem agora dizer que corrigiu o bug logo às 15h de dia 1 de abril. E avisaram os contribuintes nessa altura? Sugeriram que repetissem as simulações antes de entregar ou que entregassem uma nova declaração ainda dentro do prazo a fim de evitar agora mais confusão?  Não.

E as pessoas que afinal ficam satisfeitas apenas por não pagar imposto e que não estão para reclamar agora que já receberam? Ou que não sabem reclamar? Ou que nem se aperceberam que decidiram mal com base nas informações que as Finanças lhes deram no primeiro dia de abril? Quantos milhares de euros ficam nos cofres do estado por causa deste bug de 15 horas? Não faço ideia.

Mas há mais. Agora, logo no início da segunda fase, contribuintes alertaram para valores de simulações absolutamente astronómicos. Uma espectadora do “Contas-poupança” que sabia que ia pagar 200 euros (disse-lhe o contabilista) na simulação das Finanças verificou que ia receber mais de 10 mil euros. O simulador esqueceu-se de fazer uma subtração simples. O bug foi corrigido horas depois.

Mas há mais (eu sei que estou a repetir a frase). Estou a ser contactado por muitos contribuintes que entregaram a declaração no dia 1 de abril, e nos dias seguintes (logo no princípio) e que tiveram a declaração logo validada e dada como “certa” e que, aparentemente, ficaram presas no tempo e que não se mexem enquanto as posteriores já foram liquidadas e os contribuintes já receberam o dinheiro na conta. E ninguém explica o que se passa. Há pessoas a contar com esse dinheiro e que não o vêem apesar de terem feito tudo bem.

E agora chegam-me relatos de simulações bem feitas, mas de deduções que deviam ter passado da página das deduções (aprovadas pela AT) para a nota de liquidação mas que se perderam pelo caminho, como por exemplo as deduções dos imóveis (rendas e juros ao banco) e benefícios municipais que não aparecem na nota de liquidação. Verifique linha a linha se está lá tudo o que deve estar.

Em conclusão, sugiro que todos os bugs que sejam identificados e corrigidos pela Autoridade Tributária sejam publicados na página do Portal. Tal como as apps na lojas dos telemóveis que dizem “nova versão 1.23 com as correcção dos seguintes problemas x,y,z”.

Assim, o contribuinte pode avaliar se deve corrigir o que entregou ou se a correção feita não o afeta. Acredito que isso seria uma prova de transparência e lealdade para com o contribuinte.

Eu não posso depender dos alertas dos espectadores de programas de televisão rádio ou jornais para saber se fiz ou não bem o meu IRS.

Se há erros ou problemas, digam! Avisem. Peçam desculpa e apresentem soluções. A AT deve ser em volume de negócios das maiores “empresas” em Portugal, senão a maior. Não pode perder o capital de confiança que temos nela (por muito que nos custe sermos clientes).

Eu não quero perder a confiança que tenho na Autoridade Tributária. Se não acreditar que estão a fazer bem as contas aos meus impostos, vou confiar em quem?