Imagine que quer comprar um telemóvel, um tablet, uma máquina fotográfica ou mesmo um livro ou um DVD. Quer pagar o menos possível. A alternativa mais difícil é ir de loja em loja à procura do preço mais baixo e corre o risco de lhe escapar a que tinha o melhor preço.

A alternativa mais rápida e eficaz é utilizar os comparadores de preços na internet.

Quando fiz esta reportagem para o Contas-poupança, em janeiro de 2012, os comparadores de preços tinham acabado de chegar a Portugal. Falei do KuantoKusta, do Preços, Izideal e Shopmania. Uns continuaram a crescer e tornaram-se referência e alguns dos outros praticamente desapareceram.

Veja ou reveja reportagem AQUI.


Há diferenças de 300 € para o mesmo produto. Não se deixe enganar. Compare antes de comprar. Se não conhece estes comparadores veja como funcionam.

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Espero que esta informação nunca lhe seja útil.


Mas se acontecer (ou aconteceu), a partir de hoje, vai  ter mais tempo para pagar a dívida.

O Governo passou hoje o limite de prestações de 60 (5 anos) para 150 (12 anos e meio), conforme os valores, para ver se as pessoas e empresas pagam mais facilmente.

Quem já paga uma dívida antiga a prestações pode pedir para rever as mensalidades ao abrigo da nova legislação.

A lista atual de devedores à Segurança Social (que voltou a ser pública) tem 1.798 contribuintes, com um valor total de dívida de 203 milhões de euros.

Informe-se junto da Segurança Social para saber que passos deve dar no seu caso, se se aplicar.
Quer poupar sempre que for ao hipermercado?
Então veja a reportagem desta semana do Contas-poupança sobre comparadores de preços de supermercados em Portugal.
Muito útil.

Pode vê-la ou revê-la AQUI.


http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2016-06-22-Como-poupar-no-supermercado

Tem aqui os links para as 4 aplicações mencionadas na reportagem.

KuantoKusta Supermercados

Make it Cheap

Mais Carrinho Plataforma de pesquisa
Mais carrinho APP para ler os códigos de barras (Android)

Kuantize

Se conhecerem mais alguns, partilhem.

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Lembram-se do post sobre a lista das 500 mil pessoas pessoas que podem pedir a devolução das Cauções? Chegaram a ver se o vosso nome está nestas listas?

Podem reler o post AQUI e têm lá os links para verem se o vosso nome está lá.

FALTA UMA SEMANA PARA O FIM DO PRAZO!

Depois, será tarde demais. Há quase 20 milhões de euros para devolver e as pessoas não pedem.

Recebi este pedido da DGConsumidor para partilhar. Têm aqui toda a informação que precisam.


"A Direção-Geral do Consumidor, alerta uma vez mais os consumidores para a necessidade de pedirem atempadamente a declaração ao prestador se serviços que comprova o seu direito à restituição das cauções. Este pedido tem de ser feito necessariamente até ao dia 30 de junho deste ano. A partir desta data o prestador de serviços não está legalmente obrigado a passar mais declarações.
Na posse dessa declaração e de todos os documentos comprovativos o consumidor terá ainda o mês  - até 31 de julho de 2016 - para entregar o pedido de restituição à Direção-Geral do Consumidor (DGC),  que única entidade responsável pela sua restituição de cauções aos consumidores
Lembra-se que os pedidos dos devem chegar a esta Direção-Geral bem instruídos, ou seja, sempre acompanhados:
·        da declaração passada prestador de serviços;
·        prova da sua identificação (cópia do Bilhete de Entidade ou Cartão  de Cidadão ou em alternativa apresentação presencial destes documentos junto da DGC)
·        Número de IBAN;
·        Número de Identificação Fiscal;
·        Cópia da habilitação de herdeiros, caso o titular do contrato tenha falecido.

Só serão analisados pela Direção-Geral do Consumidor os pedidos entregues até ao dia 31 de julho de 2016
Para difundir esta informação, e também dar a conhecer o valor das cauções já restituídas, bem como o volume de respostas aos de consumidores,  a Direção-Geral do Consumidor elaborou um folheto que se anexa e que está disponível no Portal do Consumidor www.consumidor.pt e em https://www.facebook.com/dgconsumidor 





Pois. É a pergunta que falta responder. E a MEO e a NOS deram-me respostas diferentes. Estão mais abaixo.

Desde ontem que o MEO vende TODOS os equipamentos móveis desbloqueados. Atenção que isso não altera nada a fidelização. É o tarifário que fica fidelizado, não o telemóvel. Se quiser usar outro cartão de outra operadora no telemóvel que comprou no MEO pode fazê-lo, mas vai ter de continuar a pagar a mensalidade que contratou até ao fim do contrato.

O desbloqueio de origem aplica-se a telemóveis, 'tablets', placas ou 'routers wireless'. Se estiverem bloqueados (há muitos ainda em stock bloqueados) podem ser desbloqueados gratuitamente em qualquer momento, "mediante a solicitação do respetivo código de desbloqueio (SUK), em meo.pt ou nos pontos de venda MEO".

A NOS também vai fazer o mesmo a partir da próxima semana. Todos os telemóveis desbloqueados e para sempre, diz a NOS. Se comprar um telemóvel a partir da próxima segunda-feira ainda vai, em alguns casos, ter de usar um código para o desbloquear mas daqui a algum tempo já não será preciso (assim que esgotarem o stock dos bloqueados de origem).

Contactei o MEO e a NOS para saber o que acontece aos antigos equipamentos bloqueados. Há pessoas que têm telemóveis há vários anos, já acabou o período de fidelização, e continuam bloqueados.

O MEO respondeu-me que aos antigos continuam a aplicar-se as regras "antigas". O desbloqueio gratuito É SÓ PARA OS EQUIPAMENTOS COMPRADOS A PARTIR DE AGORA.
Se quiser desbloquear o que tem, vai ter de agir de acordo com o que estava escrito no seu contrato.

No caso da NOS, responderam-me que os clientes antigos devem dirigir-se às lojas da NOS na próxima semana e que tem de ser analisado caso a caso, mas não me explicaram qual será o critério para fazer essa avaliação. Insisti, mas explicaram-me que há tantas situações diferentes que ainda estão a estudar o assunto. Mas fiquei com a ideia de que, em alguns casos, o desbloqueio será possível. Assim que souber quais são os critérios, partilho.

A VODAFONE ainda está a pensar no que vai fazer. Para já, vai continuar a vender os equipamentos bloqueados à rede deles.


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Eu, neste momento, estou a poupar cerca de 60 € por ano (sem fazer rigorosamente nada). E você?

A crónica de poupança que escrevi esta semana na revista Visão é para quem já mudou para o mercado liberalizado e para quem ainda não mudou.

Podem ler aqui ou no link para a revista, no final.


Conheço muita gente que ainda não mudou. ´”Mudar para quê? Compensa dar-me ao trabalho de mudar? Será que vale a pena?”. É o que mais ouço.

Logo no princípio do mercado liberalizado compensou bastante fazer a mudança. Várias empresas chegaram a oferecer 10% de desconto na fatura total na electricidade e no gás (algumas até mais). Mais recentemente, esses descontos maiores foram descendo e raramente passam dos 5% (no momento em que escrevo o que tenho é de 3%). Em alguns casos, para ter descontos maiores tem de associar produtos ou serviços que “comem” qualquer benefício. Em determinadas situações, ainda fica a pagar mais do que antes (embora tenha mais um serviço ou um seguro).

Seja como for, se sair da EDP “antiga” tem sempre a garantia (até agora) de que nunca sairá prejudicado. Os preços no mercado liberalizado têm sempre descontos sobre os valores praticados no mercado regulado. Pode ser pouco, mas é sempre mais barato. Então porquê pagar mais?

Por exemplo, o desconto que tenho na eletricidade é de 3% no consumo e potência contratada. Poupo normalmente 5 € por mês. Se repetir estes consumos todos os meses poupo mais de 60 € por ano. É muito? Não. Mas é melhor que nada, certo? Gosto sempre de traduzir estas “pequenas” poupanças em litros de leite para os valores terem alguma leitura. Com este desconto anual consigo comprar 120 litros de leite. Para muitas famílias é relevante e, mais uma vez, é uma poupança que não muda em nada a nossa vida. Continuamos a gastar a luz que gastamos habitualmente. Não temos de desligar nenhuma luz. Pagamos menos simplesmente.

Mas tenha em atenção um detalhe para não ser enganado. Muitas empresas oferecem descontos “chorudos” mas, depois de ler nas letras miudinhas, percebe que afinal é só na potência contratada e não sobre o consumo. Ou seja, são apenas migalhas. Escolha, sempre que possível, descontos sobre a fatura total (sobre o consumo e sobre a potência contratada). Senão, tem de facto o desconto de 10% ou até mais mas sobre 3, 4 ou 5 € mensais. É um valor ridículo.

E não se esqueça que agora os contratos com as distribuidoras são anuais. O que quer dizer que se aproveitou uma promoção muito boa de uma empresa, daqui a um ano, os preços vão provavelmente aumentar - sem se aperceber - porque os descontos foram “actualizados”. Se não estiver muito atento às suas faturas mensais, de repente vai voltar a pagar mais de luz.

Coloque um alarme no telemóvel ou na sua agenda para um mês antes garantir junto da empresa que o desconto vai ser renovado (e peça isso por escrito, por mail por exemplo). Se não o renovarem pesquise qual é a melhor oferta no momento no mercado e mude. Não tenha medo de mudar. A partir de agora, vai ser assim. Vamos ter de nos habituar.

Podem ler esta crónica na revista Visão AQUI:
http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2016-06-21-Eletricidade-Ja-mudou-para-o-mercado-liberalizado-